sexta-feira, 5 de março de 2010

Nova Era: Informação é riqueza

Antigamente, a riqueza de uma pessoa era medida por suas posses físicas. Ouro, terras, gado, era isto que significava riqueza. Agora, estamos numa nova era, chamada de Era de Aquário, ou Era Messiânica. Quem é o homem mais rico do mundo? Bill Gates, o dono da Microsoft. O que ele vende? Informação, o Windows, um programa de computador. O produto da Microsoft não é um bem físico. Pode até vir num disquete ou num CD, mas o disco é só a embalagem. O produto não é algo físico, é informação. Na Nova Era, a matéria física está perdendo o poder. A mente, a inteligência, a informação, são a nova riqueza, o novo poder. A mente está acima da matéria. A energia espiritual está acima dos bens materiais.
Para obter sucesso duradouro, coloque o foco em elevar sua consciência.

Um Conto curto: Papel Amassado

Quando criança, era impulsivo e reagia à menor provocação. Depois, me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado. Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma explosão de raiva, me entregou uma folha de papel lisa e disse:
- Amasse essa folha!
Obedeci e fiz com ela uma bolinha.
- Agora - ele voltou a dizer - deixe-a como estava antes.
Claro que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentasse, o papel ficava cheio de dobras. O professor disse:
- O coração das pessoas é como esse papel. A impressão que deixamos neles é tão difícil de apagar como esses amassados.
Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro deste papel amassado.
A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar.

Homenagem às mulheres!


Uma singela homenagem de coração e alma para as mulheres nesta data especial.

Humor é tudo nessa vida!

A fé em Deus nos faz crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível.
E o que você espera alcançar em Deus?

Instante, Beto Canales

No exato momento em que colocou o pé na faixa branca sobre o asfalto quente e negro, ouviu o estampido e lembrou uma brincadeira que fazia quando criança, que basicamente consistia em fazer barulhos. Quem emitisse o som mais estranho que os outros da turma reconhecessem, seria o vencedor. As regras não eram rígidas e, por vezes, mudavam durante o próprio concurso. Tinha cerca de dez anos e esse seria o campeonato do final da temporada, pouco antes das férias, imperdível, portanto. Fez algo como um sapo engasgado em dia de chuva e venceu com folga o principal concorrente, que imitava um pedaço de fígado caindo no chão, que ninguém - pudera! - imaginou o que fosse. Ficou feliz e preparou-se para a segunda parte, imitando uma tradicional sirene de ambulância. Venceu também. A imitação foi perfeita, deixando sem chances a lambreta de corrida. A vitória encheu-o de orgulho, como no primeiro namoro, alguns anos depois, com uma menina linda, loira, de olhos claros com uma faísca permanentemente acesa, que o fizera apaixonar-se brutalmente, fizera-o emagrecer e tremer, depois de beijá-la no quintal de casa. Aproximaram-se assim, naturalmente, e os lábios encontraram-se ainda secos e pálidos, permanecendo unidos até ficarem úmidos e vermelhos como sangue vivo. Saiu quieto, caminhando de costas, sem tirar os olhos da faísca e com as pernas trêmulas foi para casa escrever. E conheceu a poesia, sua própria poesia. Passava noites insones, nada natural na sua idade, tentando expressar o que estava sentindo. Travava uma luta árdua com as palavras e normalmente não vencia. O amor era tão grande que parecia não haver palavras suficientes para expressá-lo, pensava sentir algo que ainda não existia, portanto, literalmente indescritível. Isso o levou a conhecer a poesia de outros e viu que não era bem assim. Recordou que aos vinte anos já possuía uma ampla biblioteca. O amor da adolescência ficara no passado e nesta época nutria outro amor: livros. E novamente era consumido, dessa vez por grandes autores. As noites tornaram-se curtas. Alimentava sua fome com muita literatura, arte, psicologia e principalmente filosofia. Lembrou-se da primeira aula, nervoso diante dos alunos quietos e surpresos frente a um professor jovem de roupas simples, talvez até demais, óculos tortos na face mal barbeada e cabelos confusos. Escreveu a palavra "filosofia" no quadro negro e disse que se ao final do ano um só aluno concordasse com sua idéia de que todo governo, de qualquer nação, deveria ter um filósofo no primeiro escalão, sua vida de professor estaria recompensada. Então lembrou-se da política, que trouxera bons amigos e alguns desafetos, dos intermináveis discursos que fazia, das conversas polemizadas em bares junto a um copo sempre vazio, das idéias mirabolantes que defendia com argumentos e teorias feitas na hora, protegidas com gritos e batidas de punhos na mesa. Isso faz com que lembre outra paixão, também com faísca nos olhos azuis, sentada no outro lado da mesma mesa, somente esperando o amadurecimento, enfim, chegar. Lembrou o começo do namoro, as afinidades, o isolamento em que ficaram por alguns meses, tempos de planos e sonhos, tempos de união, de conversas intermináveis sobre qualquer coisa, desde a importância da cibernética para o desenvolvimento da humanidade até qual o ponto ideal de cozimento do brócolis, a luta diária por espaço e qualidade de vida, o aconchego em noites frias na cama e, claro, o casamento. O terno simples e negro, pesado, o vestido branco e leve. Lembrou-se de cada detalhe, dos amigos reunidos festejando, felizes e risonhos, ao contrário do nascimento do filho, poucos meses depois, quando sofrera muito com os riscos do parto. Chega a ouvir novamente o grito livre e esganiçado do menino, que cessou diante da sua voz branda. Lembrou o primeiro sorriso da criança, quando chorou vertiginosamente de emoção, a boca abrindo-se lentamente e emitindo um som de graça, os braços agitando-se, as primeiras palavras e passos, os tombos e os machucados, a vermelhidão dos joelhos ralados, os abraços e beijos, a primeira ida à escola, as brincadeiras inocentes, as conversas longas e saudáveis que tinham seguidamente. O que o levou a acreditar que tinha algo a mostrar, a ensinar além do magistério, além da sala de aula, e que talvez tivesse chegado a hora de escrever seu livro, realizando o sonho que nutria desde a adolescência. Lembrou-se das novas noites insones, das pesquisas, do apoio da esposa e do filho, de todo o conhecimento que adquirira e tentava transmitir, das teorias que então compunha demoradamente, das mudanças em praticamente tudo o que pensava, da evolução como homem, como pensador, de seus textos, da dificuldade em colocá-los dentro de uma ordem razoável e lembrou-se do dia de ontem, quando finalmente recebeu uma ligação da editora convidando-o para assinar o contrato de publicação do livro e da comemoração com a família, da "olhos de faísca" orgulhosa do marido, do filho encarando-o como um super-heroi sem músculos, dos amigos felizes com o sucesso, e dele mesmo, sentindo-se completo, realizado. Lembrou-se de alguns minutos atrás quando saiu de casa com beijos em cada bochecha para ir à editora, do homenzinho verde permitindo-o ir em frente, de olhar para o chão e ver a faixa branca sobre o asfalto quente e negro, e não lembrou mais nada e nem ouviu mais o estampido. A bala perdida dilacerou seu cérebro, sua vida. Rasgou seu legado. O vermelho escondeu a faixa branca sobre o negro.

Uma visita inesperada

Estava eu indo para minha casa após mais um dia de trabalho, era sexta-feira e como de costume fui a um barzinho com os outros advogados e pessoal do escritório. Eu ia encontrar minha noiva, mas ela me ligou de última hora desmarcando, dizendo que estava numa cidadezinha vizinha pelo trabalho, e passaria a noite lá porque não tinha como voltar, achei estranho ela não ter comentado que iria pra lá, mas tudo bem, decidi ir pra casa descansar. Mas no caminho me bateu uma sensação de que eu estava sendo vigiado, sabe aquela sensação de que tem alguém te olhando, que está atrás de você te acompanhando, você olha e não vê nada nem ninguém? Era isso que eu estava sentindo, e reparei que essa sensação estava me acompanhando o dia todo, mas nem me preocupei, “É besteira de minha cabeça, cansada do trabalho da semana!” então liguei o rádio para distrair a cabeça e parar de pensar naquela sensação estranha. Mas a sensação não passa, e estranhamente meu CD parou de tocar, e mudou pra uma estação de rádio. Achei estranho, pois meu rádio não tinha problema nenhum, e o mais estranho era que o rádio estava noticiando coisas ocorridas há um ano. Então mudei a estação e em toda estação que parei, estava tocando músicas de mais ou menos um ano atrás também, parecia que meu rádio estava sintonizado com uma freqüência vida do passado, vinda do ano anterior. Deixei assim e fui curtindo, quando começa a tocar uma música mais animada, e sinto como se tivesse alguém se mexendo no banco de trás do carro, como se estivesse dançando, e vi um vulto pelo espelhinho do carro, me assustei, olhando pra trás, mas não vi nada. Não tinha ninguém ali, apenas eu e a música já bastante tocada, pois fez sucesso essa música entre os jovens. Mas o carro parecia balançar, continuava com aquela sensação de que tinha alguém ali. Logo cheguei em casa, morava sozinho em uma casa, consideravelmente grande e confortável. E pelos acontecimentos dessa noite, esse conforto seria útil para descansar. Então fui tomar um longo banho, e quando estou terminando ouço o rádio ligar na sala, me assustei, mas pensei que fosse minha noiva que conseguiu voltar e veio me fazer uma surpresa. Me enrolei na toalha e desci para vê-la, mas quando chego na sala não vejo ninguém ali, e aquela mesma sensação de que tinha alguém ali, se mexendo, como se estivesse dançando com a música. Procurei a casa inteira, chamei e ninguém respondeu, então desliguei o rádio, pensando que pudesse ser alguma função que eu tinha ativado se saber. Mas assim que o desliguei, ouvi uma batida na mesa atrás de mim, como se alguém tivesse dado um soco na mesa, e um belo soco, o barulho foi alto e forte, um soco de raiva. Virei-me assustado, mas não tinha nada nem ninguém ali, eu estava sozinho na casa.“Pronto, estou tendo alucinações agora, preciso mesmo descansar.” Então subi pro quarto e fui dormir. Mas alguns minutos após eu ter deitado, escutei uns barulhos como se estivessem arrastando alguma coisa pelo corredor de casa, que levava ao quarto, me assustei e fui olha o que era, encostei o ouvido na porta, e sentia que, o que quer que seja, estava se aproximando do quarto, mas o barulho parou ao chegar próximo à porta. Quando desencostei o ouvido da porta para abri-la, ouvi uma batida enorme na porta, quase arrancando-a do lugar, quase cai sentado com o susto, já estava pensando em ligar pra polícia, deveria ter alguém na casa, e foi quando comecei a ouvir gritos abafados e gemidos na sala, abri a porta lentamente pra ver o que acontecia, mas não vi nada, e o barulho persistia, gemidos de dor, gritinhos abafados de sofrimento. Entrei pro quarto e me deitei, “Isso é alucinação, eu estou muito cansado, é isso, vou dormir e tudo passará”. Mas esses barulhos continuaram por horas, quando pararam, mas a pausa durou apenas alguns minutos, logo ouvi novamente o barulho de arrastar, mas logo depois ouvi um grito aterrador, um grito de dor, ódio e angústia, tudo misturado, um que me fez arrepiar da cabeça aos pés, e nesse momento olhei para o relógio, eram 2h da manhã, e junto com o grito, comecei a sentir um cheiro horrível de algo queimando, parecia carne queimando, mas não era bife ou carne de churrasco, era um cheiro horrível de sebo, de carne, de cabelo, tudo misturado, um odor que me causou ânsia de vomito. Os barulhos logo pararam, mas o odor permaneceu na casa a noite toda, mal dormi, apenas cochilava e logo acordava assustado. Pela manhã me levantei, estava tudo calmo, nenhum barulho na casa, nenhum odor estranho nada, tomei um banho e fui tomar café, foi quando minha noiva me ligou reclamando que eu não tinha ido encontrá-la, ela disse que não tinha me ligado coisa nenhuma, e que na verdade tentou me ligar a noite toda, mas eu não atendia. Achei estranho e disse que passaria na casa dela a tarde. Então algo no jornal quase me faz cair de costas, fiquei parado olhando a notícia que dizia. “Hoje faz um ano da morte de Juliana, um crime bárbaro, onde essa jovem foi arrastada pelos cabelos em um canavial, violentada e jogada pra ser queimada viva, ao que se sabe, foi exatamente as 2h da manhã quando ela foi jogada no fogo que queimava a cana para a colheita no dia seguinte, e apesar de machucada ela estava viva e consciente. E seus assassinos conseguiram pena mínima, pois seu advogado havia conseguido desmerecer os testemunhos dos cortadores de cana que testemunharam e tentaram salvar a garota do fogo.”Esse advogado era eu.
Texto de Cacau’s Weblog.

quinta-feira, 4 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

Conto muito interessante!

Sensacional!

Impressionante!

Fantástico!

Admirável!

(Já perceberam que eu gostei, né!? )

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Interessante!

E então, gostou das dicas?

Goiás faz campanha contra tráfico humano


A maioria das vítimas deste crime segue para o trabalho escravo, adoção ilegal e exploração sexual e Goiás é o estado brasileiro com maior índice de exportação de mulheres para a prostituição. Segundo estudo realizado na Espanha, de cada 4.500 prostitutas no país, 3.000 mil são goianas.


O que é literatura?

Quem não conhece a vida rural ou a vaca, fala que o leite vem da padaria ou do supermercado. Assim acontece com a literatura. Alguém poderá responder que literatura é aquilo que se estuda na escola, que ela esteja restrito ao mundo escolar.
Há outra deturpação. A pessoa resolve escrever para ficar famosa, e acha que a literatura é o caminho. Na verdade, a pessoa escreve (ou pinta, ou esculpe, ou...) porque sente necessidade de extravasar, quer se doar ao outro.
A literatura, antes de ser estudo, foi vida, criação de uma pessoa, é a simulação da vida. Toda pessoa devia ter uma arte preferida para se expressar ou fruir, como se fosse um hobby, porque nela expressa a sua alma.
Algumas pessoas escolhem a música, outras a pintura, o cinema. E há quem goste de escrever, fazer contos ou poema, novelas ou romances, sem objetivo prático, apenas para ter prazer, com toda gratuidade possível num sistema de mercado. Esses fazem literatura.
Que ela seja objeto de estudo nas universidades e nas escolas é uma conseqüência inevitável, mas não deve ser o objetivo primeiro de quem a faz.
Completa-se aqui com a definição com Afrânio Coutinho:
“A Literatura, como toda arte, é uma transfiguração do real, é a realidade recriada através do espírito do artista e retransmitida através da língua para as formas, que são os gêneros, e com os quais ela toma corpo e nova realidade. Passa, então, a viver outra vida, autônoma, independente do autor e da experiência de realidade de onde proveio. Os fatos que lhe deram às vezes origem perderam a realidade primitiva e adquiriram outra, graças à imaginação do artista. São agora fatos de outra natureza, diferentes dos fatos naturais objetivados pela ciência ou pela história ou pelo social.
O artista literário cria ou recria um mundo de verdades que não são mensuráveis pelos mesmos padrões das verdades factuais. Os fatos que manipula não têm comparação com os da realidade concreta. São as verdades humanas, gerais, que traduzem antes um sentimento de experiência, uma compreensão e um julgamento das coisas humanas, um sentido da vida, e que fornecem um retrato vivo e insinuante da vida, o qual sugere antes que esgota o quadro.
A Literatura é, assim, a vida, parte da vida, não se admitindo possa haver conflito entre uma e outra. Através das obras literárias, tomamos contato com a vida, nas suas verdades eternas, comuns a todos os homens e lugares, porque são as verdades da mesma condição humana.”
*Hélio Consolaro é professor de Literatura, coordenador deste site, cronista da Folha da Região e presidente da Academia Araçatubense de Letras.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Dicas de crase!


Você saberia dizer quantas frases estão corretas?

· Entregamos à domicílio.

· Vendas à prazo com planos especiais.

· 15 sabores à escolher.

· Prestações à perder de vista.

· Trajes à rigor.

· Preços à vista com 10% de desconto.

· Atendemos de segunda à sexta.
· Ótima localização, à 10 minutos do metrô.

· Lindos bordados feitos à mão.

· Diariamente até às 18:00.

· Conjuntos infantis à partir de R$ 15,00.

..........Fácil? Então, quantas das frases acima estão corretas?

Entregamos à domicílio.
É fácil ver que Domicílio, enquanto substantivo masculino, não pode ter um artigo feminino a, e portanto não leva acento grave. Quero aqui ressaltar um outro erro: o verbo entregar significa levar alguma coisa a alguém em algum lugar. Nesse contexto, domicílio não é o objeto indireto (a alguém) e sim o adjunto adverbial de lugar. Portando não entregamos a Domicílio, e sim no domicílio.

Vendas à prazo com planos especiais.
É fácil ver que prazo, enquanto substantivo masculino, não pode ter um artigo feminino a, e portanto não leva acento grave. Para formação de crase com um substantivo masculino, só com o uso do pronome aquele, mas no caso de artigo, como pede o artigo o, ficaria vendas ao prazo.

15 sabores à escolher.
Escolher é um verbo e como tal não pede artigo, a não ser que esteja na sua forma substantivada. Mas nesse caso, um verbo substantivado sempre vai para o masculino, e portanto pediria artigo o. O escolher é uma árdua tarefa.

Prestações à perder de vista.
Perder é um verbo e como tal não pede artigo, a não ser que esteja na sua forma substantivada. Mas nesse caso, um verbo substantivado sempre vai para o masculino, e portanto pediria artigo o.

Trajes à rigor.
Rigor é um substantivo masculino e, portanto, não pode ter uma artigo feminino.

Preços à vista com 10% de desconto.
Este é de longe o erro mais comum e mais cometido no uso do acento grave. Soa bastante natural o acento em vendas à vista. Porém é simples perceber que seu uso é incorreto. Basta fazer a substituição da palavra vista por um substantivo masculino, que no caso o mais prático é a palavra prazo, por ter um uso bastante similar. Como não dizemos vendas ao prazo, também não diremos vendas à vista, certo? Há porém que se notar um caso em que utiliza-se o acento grave: quando vista é usado no sentido de ver, enxergar, como em terra à vista.
Atendemos de segunda à sexta.
Podemos nesse caso notar que segunda está sem artigo (de -> da) e portando Sexta também deve estar sem artigo por uma questão de coerência. Podemos também fazer o teste substituindo por um substantivo masculino: ... de segunda a sábado.. Como não falamos ao sábado, não colocamos crase em a sexta. Fácil, não?

Ótima localização, à 10 minutos do metrô.
Numerais, em geral, não levam artigos definidos. Podemos, ao invés disso, apor um artigo indefinido: a uns 10 minutos, que nos provará que 10 minutos é masculino. Por outro lado, o acento grave poderia estar ligado a um substantivo feminino oculto (distância, por exemplo). Porém minuto não é medida de distância, e sim de tempo, portanto não faz sentido falar-se em à distância de 10 minutos.

Lindos bordados feitos à mão.
Temos aqui um substantivo feminino e, portanto, vamos tentar substituí-lo por um masculino. Podemos traçar uma equivalência de feito a mão com ir a pé. Como não falamos ir ao pé, não diremos feito à mão.

Diariamente até às 18:00.
Aqui já temos uma preposição (até), cuja função é limitar a continuidade da ação. Portanto não cabe aqui o uso de mais uma preposição (a) e com isso não haverá formação da crase.

Conjuntos infantis à partir de R$ 15,00.
Partir é um verbo e como tal não pede artigo, a não ser que esteja na sua forma substantivada. Mas nesse caso, um verbo substantivado sempre vai para o masculino, e portanto pediria artigo o.

OLIVEIRA, Edson Roberto de. A crase.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Horário de Verão termina no próximo sábado

Moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste deverão atrasar os relógios em uma hora.

Termina à meia noite do próximo sábado (20) o Horário de Verão. Com isso, na virada do sábado para o domingo, os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste deverão atrasar seus relógios em uma hora.


A atual edição do Horário de Verão foi iniciada no dia 18 de outubro do ano passado e coincidiu com alguns recordes no consumo de energia, verificados principalmente neste mês, devido às altas temperaturas que elevaram às alturas o uso de ar-condicionado em escritórios e residências.
O secretário-adjunto de Energia do Ministério de Minas e Energia, Ildo Wilson Grudtner, admite que esses picos de consumo causados pelo calor devem reduzir ligeiramente a previsão inicial do Ministério de Minas e Energia de que o Horário de Verão 2009/2010 geraria uma economia total de 0,5% no consumo de energia no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
- Deve ficar próximo de 0,5%, que é o valor histórico. Um pouco acima ou abaixo, provavelmente um pouco abaixo.
De qualquer modo, Grudtner disse que o governo ainda não tem dados consolidados sobre os efeitos do Horário de Verão no consumo e só deverá tê-los em março. Mas, segundo o técnico, os recordes de consumo atingidos neste mês não afetaram o objetivo central do Horário de Verão, que é a redução do consumo no horário de pico padrão, entre as 18h e as 21h.
Como durante o Horário de Verão os relógios são adiantados em uma hora, a luminosidade natural - que nesta época do ano é maior - é aproveitada por mais tempo, evitando-se sobrecargas nos sistemas. Basicamente, o que ocorre é que a iluminação pública demora mais a ser acionada e não coincide com o aumento geral do consumo causado pelo uso dos chuveiros pelas pessoas que chegam em casa do trabalho. E, segundo Grudtner, esse alívio da carga no fim do dia não mudou, uma vez que os recordes de consumo registrados nas últimas semanas se deram durante o dia, pelo uso de ar-condicionado em casas e escritórios.
Assim, o Ministério de Minas e Energia manteve sua previsão de que a redução do consumo de energia no horário de pico, durante a vigência do Horário de Verão, ficou em 4,4% no Sudeste e no Centro-Oeste - ou 1.780 MW, o suficiente para abastecer uma cidade de cinco milhões de habitantes - e em 4,5% no Sul (ou 490 MW, equivalente ao consumo de 1,5 milhão de pessoas).


E aí, gostou da notícia?

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Desafio!


Querem procurar os erros ortográficos presentes neste texto? São oito...


Com as novas tecnologias, muita gente exita entre dispender o seu tempo de laser em frente à televisão e navegar na Internet. Na faixa etária dos 20 aos 30 anos, há pessoas que já exibem um comportamento obcessivo face ao computador, que as afasta do contacto inter-pessoal e as torna fisicamente debéis devido à falta de exercício. Haverá, concerteza, excepções. Mas é necessário que dê-mos mais importância ao problema, se não queremos correr o risco de assistir ao envelhecimento precoce da população.
E aí, será que você consegue?

Super Dica!



Houve duas passeatas monstros contra a violência: uma no Rio e outra em São Paulo.


Podem fazer quantas passeatas monstros quiserem.
Ou passeatas monstras. A situação não vai melhorar enquanto as leis brasileiras forem tão favoráveis aos bandidos.
Está ao nosso alcance, no entanto, melhorar o português.
Vamos então fazer passeatas monstro.

A palavra "monstro", usada como adjetivo, não varia. Portanto:

passeatas monstro
comícios monstro
pesquisas monstro
fantasias mostro
Aplique a palavra mostro numa frase e lembre-se:
se ela for usada como adjetivo, não varia!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Nossos dias estão contados!

Escreva uma frase que possa alertar o mundo para a conscientização e preservação do nosso planeta!

Só depende de você salvar o planeta!

DÊ UMA CHANCE À VIDA!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Gari consegue devolver cheques encontrados em rua para dono

Elizabeth dos Santos Oliveira encontrou um envelope com 13 cheques no valor de R$ 21 mil em rua do Bom Retiro, em São Paulo. Após uma semana na busca do dono, a gari conseguiu devolver o dinheiro ao motoboy de uma empresa.

Eih, aqui entre nós: O que você faria nesta situação?

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

MAU ou MAL

a) MAU é um adjetivo e se opõe a BOM:
“Ele é um mau profissional.” (x bom profissional);
“Ele está de mau humor.” (x bom humor);
“Ele é um mau-caráter.” (x bom caráter);
“Tem medo do lobo mau.” (x lobo bom);

b) MAL pode ser:
1. advérbio (=opõe-se a BEM):
“Ele está trabalhando mal.” (x trabalhando bem);
“Ele foi mal treinado.” (x bem treinado);
“Ele está sempre mal-humorado.” (x bem-humorado);
“A criança se comportou muito mal.” (x se comportou muito bem);

2. conjunção (=logo que, assim que, quando):
“Mal você chegou, todos se levantaram.” (=Assim que você chegou);
“Mal saiu de casa, foi assaltado.” (=Logo que saiu de casa);

3. substantivo (=doença, defeito, problema):
“Ele está com um mal incurável.” (=doença);
“O seu mal é não ouvir os mais velhos.” (=defeito).

Na dúvida, use o velho “macete”:
MAL x BEM;
MAU x BOM.


Exercício – Complete as frases a seguir com MAL ou MAU:
1. Ele é um ______ profissional.
2. Ele está trabalhando ______.
3. O chefe está de ______ humor.
4. O chefe está sempre ______ -humorado.
5. O empregado foi ______ treinado.
6. ______ chegou ao escritório, teve o desprazer de encontrar a ex-esposa.
7. ______ saiu de casa, foi assaltado.
8. ______ foi contratado, já demonstrou suas qualidades.
9. Houve um terrível ______-estar.
10. Ele é um grande ______-caráter.
11. Comportou-se muito ______ durante a reunião.
12. Sempre foi um ______ aluno.
13. O seu ______ é não ouvir os mais velhos.
14. Você não sabe o ______ que ela me faz.
15. Ela está com um ______ incurável.
16. Sofreu um ______ súbito.
17. Ele ______ adivinha o que pode lhe acontecer.
18. A velhinha ______ saía de casa.
19. Um falava bem; o outro, muito ______.
20. Um era bom; o outro, muito ______.

Será que você consegue acertar?

Estado promete mais verbas para buscas por jovens desaparecidos na Luziânia, no DF

Seis rapazes estão desaparecidos há quase um mês. Será formada uma equipe para investigar cada caso.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A Lavínia dos Santos, do 7º B, pediu um pouco de "ilusão de ótica" e resolvi atender o pedido dela!



O Que É Ilusão De Ótica


Ilusão de ótica são todas as ilusões que "enganam" o sistema visual humano, fazendo-nos ver qualquer coisa que não está presente ou fazendo-nos vê-la de um modo erróneo, ou parecendo estar em movimento. Algumas são de caráter fisiológico, outras de carácter cognitivo.

Alguns Exemplos de Ilusões De Ótica:

E aí, gostou do assunto?

Diz aí o que você gostaria de ver aqui no nosso blog!